O Parlamento da Nicarágua aprovou uma reforma constitucional que exclui integrantes da oposição das eleições. A medida amplia o controle político de Daniel Ortega e pode favorecer sua permanência prolongada no poder.
Ortega governa desde 2007 e domina o Congresso, as Forças Armadas e o Judiciário. O país também discute ampliar seu mandato de seis para sete anos, após adiar as eleições para novembro de 2027.
A oposição e observadores internacionais denunciam prisões, exílios e fraudes eleitorais. ONU, Estados Unidos e União Europeia cobraram o restabelecimento do Estado de Direito e a realização de eleições livres.